

O cidadão brasileiro dá as boas vindas ao novo ano. O 1º de janeiro de 2021 é um marco importante para os municípios com a posse dos eleitos nas eleições de novembro do ano que termina. Um passo importante para uma renovação das administrações municipais, executivo e legislativo, mesmo que em alguns lugares os prefeitos foram reeleitos. Muitos vereadores, também, retornaram para outro mandato. Muito bem, com o prefeito e o vice eleitos e empossados, falta escolher o presidente da Câmara de Vereadores. Em cada município, conforme as leis orgânicas municipais e os regimentos internos das Câmara Municipais, os vereadores eleitos elegem a mesa diretiva para os próximos dois anos. O presidente da Câmara passa a ser o substituto direto da falta do prefeito e/ou do vice prefeito por qualquer motivo de ausência ou afastamento do chefe do executivo. Bem, assim, em Campo Largo, o processo está em andamento e no dia 04 de janeiro, a população tomará conhecimento de quem foi o escolhido. As sondagens e as principais referências envolvem alguns expoentes da campanha eleitoral e da política municipal.

Os vereadores Pedro Barausse (DEM), Marcio Beraldo (DEM) e Alexandre Guimarães (PSD) aparecem com reais chances dentre os eleitos. Como as nuvens mudam de formato a todo instante, algo novo pode ocorrer até o momento da escolha. Na eleição de 2017, o prefeito eleito Marcelo Puppi realizou a articulação e apoiou o seu ungido Bento Vidal que obteve os onze votos. Agora, o prefeito Marcelo Puppi, reeleito, está internado em UTI e não pode interferir, mas o seu vice Maurício Rivabem que também foi reeleito pode interferir no processo e já se sabe de antemão qual o vereador que ele não deseja para o importante cargo. Mauricio Rivabem e Alexandre Guimarães são desafetos. Como o voto é secreto, da caixinha pode sair uma surpresa dos demais vereadores para o bem de Campo Largo.
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