
RAINHA BRASILEIRA DO CAFÉ 2021
Mais uma linda brasileira que irá representar o Brasil em um concurso internacional, o nome da bela é Gabriela Cordeiro.

Ela é paranaense, natural de Almirante Tamandaré no Paraná, cidade com população aproximada de 120.000 habitantes, conhecida pela atividade mineradora de calcário. Ela será a primeira Tamandareense a representar o Brasil em um concurso internacional. Ela tem 26 anos, estudante de Letras, modelo e empresária. Sonhadora e apaixonada pelos autores Kiera Cass e Nicholas Sparks, ela participará do concurso Reinado Internacional do Café, que é um dos três concursos internacionais mais antigos do mundo, criado em 1957, ele acontece anualmente em Manizales na Colômbia, junto à feira de Manizales. O Brasil é o país que detém o maior numero de títulos, são oito, sendo a última em 2014 pela Paraibana Priscilla Durand. “A Gabi é uma menina alegre, divertida e muito determinada, tem luz que é o principal. Agora realizaremos um minucioso trabalho de preparação que envolve desde estudos da competição, quanto dos marcos históricos do café no Brasil e no mundo” – comenta Paulo Filho, consultor de misses e responsável pela preparação da candidata.
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Gabriela tem uma empresa de doces gourmets, entre as guloseimas o tradicional brigadeiro ganhará um toque de café para sua receita a qual será apresentada na competição internacional.
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“Eu amo café. É realmente minha bebida favorita. Meu estado é um grande produtor de café, tenho planos de visitar diversas plantações e empresas e quero promover o cultivo e o consumo no meu país e quem sabe no mundo”, afirma Gabi.

Devido à pandemia o concurso estava agendado para a primeira semana de janeiro, foi adiado e não tem data para acontecer. A competição é aguardada para o primeiro semestre de 2021.

“O reinado internacional do Café é o terceiro concurso internacional mais antigo do planeta, existe desde 1957. O Brasil será muito bem representado, com uma candidata preparada com detalhes por Paulo Filho. Estamos muito felizes”, comenta Henrique Fontes, diretor da CNB e detentor da licença no Brasil.
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