

O Ministério da Saúde lançou em dezembro o Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19. Ele está dividido em dez eixos, que incluem descrições sobre a população-alvo para a vacinação; imunizantes já adquiridos e os que estão em processo de pesquisa; operacionalização da imunização; e esquema logístico de distribuição das vacinas pelo País; dentre outros.
A previsão é de que a vacinação dos grupos prioritários seja concluída no primeiro semestre de 2021. São eles: trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena, na primeira fase; pessoas de 60 a 74 anos, na segunda fase; e pessoas com comorbidades (como portadores de doenças renais crônicas, cardiovasculares, entre outras), na terceira fase.
Outros grupos populacionais também considerados prioritários, como professores, trabalhadores dos serviços essenciais (forças de segurança e salvamento e funcionários do sistema de provação de liberdade), populações quilombolas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e outros grupos serão contemplados na continuidade das fases, conforme aprovação, disponibilidade e cronograma de entregas das doses a serem adquiridas.
A estimativa do Ministério da Saúde é que sejam necessários 12 meses após o fim da etapa inicial para realizar a imunização da população em geral. Algumas de suas diretrizes são dinâmicas e ele poderá ser revisado com o andamento da campanha, de acordo com as vacinas a serem incorporadas ao SUS.
Na área logística, o Ministério da Saúde terá o apoio da Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias aéreas, Azul, Gol, Latam e Voepass, para transporte gratuito da vacina Covid-19 às unidades federadas que necessitam do transporte aéreo para a chegada das doses. O País conta com 38 mil salas de vacinação, podendo chegar a 50 mil postos em períodos de campanhas.
Foto: Governo Federal.
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