
Vatapá 09 01 2026
Na Boca do Povo

Começou mais um ano eleitoral e o cidadão campo-larguense terá outra oportunidade de votar em candidatos locais, para deputado estadual e deputado federal. Muitos eleitores de Campo Largo destinam seus votos a nomes que não possuem ligações com os interesses municipais e as raízes políticas partidárias destes estão distantes.
Ter ou não ter um deputado, faz diferença para um município? A resposta à pergunta merece várias observações. O comparativo mais recente nesta questão, passa pelo último representante campo-larguense na Assembleia Legislativa do Paraná com benefícios, verbas e obras recebidos pelo município.
A balança pende mais pela necessidade de eleger um parlamentar ou melhor, a pretensão de ter um deputado estadual e um deputado federal. Estar próximo das decisões de governo é crucial para um município como Campo Largo, que cresce a cada dia e tem a necessidade de investimentos para o desenvolvimento dentro da região geopolítica que está inserido.
Assim, o presidente da Câmara, vereador Alexandre Guimarães buscará novamente uma das vagas de deputado estadual e na outra linha, a vice prefeita, Cris Chemin está bem cotada para concorrer a uma das cadeiras de deputado federal.
Uma dobradinha que poderá mostrar a força das urnas de Campo largo. Os comentários tendem a ficar mais acirrados entre prós e contras, passando pela rivalidade política onde outros nomes locais podem surgir. No conjunto de forças político partidárias, os interesses de representação parlamentar podem ajudar ou atrapalhar. O eleitor olha os nomes, mas o que importa mesmo é a possibilidade da eleição de um candidato e para isto o importante é o partido a que está filiado o postulante a uma cadeira no legislativo estadual ou federal. As chapas proporcionais fazem parte da máquina eleitoral e até março as escolhas precisam ser feitas pelos partidos.
Cenário I

Uma possível dobradinha que pode ocorrer em Campo Largo é a de Jean Naiser para deputado estadual e de Newton Bonin para deputado federal. Nesta possível composição, cada um deles possui uma base estabelecida no município, Jean Naiser já concorreu, a vereador, a prefeito e a deputado estadual, com expressivas votações e Newton Bonin é suplente de deputado federal e fez campanha no município na eleição de 2022. Cada um deles deve definir o partido pelo qual for concorrer até março.
Cenário II

Numa linha de reeleição, alguns deputados federais estão numa disputa por votos nos municípios, neste período de pré-campanha. As bases eleitorais começam a organizar frentes pelo melhor resultado nas urnas. Em Campo Largo, os deputados federais Sergio Souza (MDB) e Zeca Dirceu (PT) estão dividindo espaço na administração municipal. No conflito de interesses aparece o militante Paulinho Gonçalves por Zeca Dirceu e o vereador Luíz Scervenski por Sergio Souza. As bandeiras de um ou de outro já estão tremulando nos redutos.
Cenário III

Uma das composições políticas mais expressiva gira na orbita da família Francischini. Estão sendo costuradas duas dobradinhas de deputado estadual e de deputado federal. Numa vertente, a atual deputada Flávia Francischini (UB) construí uma caminhada ao lado do marido o delegado Fernando Francischini (SDD) pré-candidato a deputado federal. Na outra, o atual deputado federal Felipe Francischini (UB), filho de Fernando, consolida a caminhada com a sua mãe, Luciane Bonatto (Podemos) para deputada estadual. Tudo em família.
Perguntas da Semana:
I – Como ficou o julgamento do caso das Marmitas?
II –Qual será o presente de Lula para o presidente do Senado Davi Alcolumbre?
III – Será que pode acontecer a reeleição do prefeito Maurício Rivabem, para mais um mandato em 2028? O assunto está no Congresso.
IV – Quem poderá criticar o governo de Maurício Rivabem, em 2025, foram construídas 82 (oitenta e duas) emendas impositivas no Orçamento 2026? Todos os vereadores receberam uma fatia.
V – Será que o Progressistas lançara candidato a deputado por Campo Largo?
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