
Vatapá 30 01 2026
Na Boca do Povo

O cidadão paranaense está avaliando o cenário político eleitoral para a eleição de 2026. Uma das ferramentas de análise, aferição e indução são as pesquisas.
As pesquisas mais recentes publicadas em janeiro de 2026 indicam a liderança do senador Sergio Moro (União) na corrida pré-campanha para governador do Paraná. Por outro lado, como um paradoxo, o governador Ratinho Júnior (PSD) que não ser reeleito governador, mantém altos índices de aprovação popular, mais de 85% (oitenta e cinco por cento). As intenções de voto, em cenários de janeiro de 2026, divulgadas pelos institutos apresentam, Sergio Moro (União), nos cenários estimulados, variando entre 41,3% e 47,5% das intenções; Requião Filho (PDT), com cerca de 27,5% a 28,8%; Rafael Greca (PSD), oscilando entre 17,2% e 26%; Alexandre Curi (PSD), 13,8% e Guto Silva (PSD),7,8% e Álvaro Dias que também aparece após a sua manifestação de concorrer.
O desempenho de Ratinho Júnior deve influenciar diretamente na sucessão, aponta a maioria dos entrevistados, pois o governo alcançou 85,5% de aprovação popular em janeiro de 2026, um dos governadores mais bem avaliados do país, a Desaprovação ficou em 11,5%. Nas simulações para um eventual segundo turno, os dados divulgados apresentam Moro x Guto Silva: 61,9% x 18,3%; Moro x Alexandre Curi: 57,6% x 26%; Moro x Rafael Greca: 51,9% x 33,9% e Moro x Requião Filho: 53,9% x 33,8%.
A candidatura de Sergio Moro (União Brasil - UB) enfrenta desafios internos na federação formado por UB e PP. Partido Progressistas (PP), do deputado federal Ricardo Barros, no Paraná vetou o apoio oficial ao senador, preferindo manter alinhamento com o grupo de Ratinho Júnior, que deve definir e confirmar em breve um nome único, no PSD, para a sucessão ao governo do Paraná.
Cenário I

A pré-campanha a deputado estadual do presidente da Câmara, Alexandre Guimarães avança dentro e fora de Campo Largo Em outros municípios, está ampliando a sua base de apoio. Com uma projeção de aumentar a votação obtida nas duas eleições anteriores, a primeira estimativa indica que o ex-deputado Alexandre Guimarães deve ultrapassar os 30 000 votos. Em Campo Largo, como dizem, com o apoio da máquina pode superar os 15 mil votos. Quem sabe, muito mais. Como pedem, o município precisa de um deputado e ele é o que apresenta as melhores condições para isso.
Cenário II

O que está sendo disputado nos bastidores dos partidos é a indicação de nomes para o senado federal. O Paraná tem duas vagas e a princípio os atuais senadores Oriovisto Guimarães e Flávio Arns não anunciam a possibilidade de concorrer pela reeleição. As portas estão abertas e parece que o choque Álvaro Dias e Gleisi Hoffmann pode acontecer outra vez. No passado, Dias levou a melhor.
Cenário III

Os partidos estão em busca de candidatos para formar a melhor chapa de deputados federais. A necessidade de ocupar as cadeiras na Câmara dos Deputados e assim, garantir espaço político e dinheiro dos fundos é a prioridade na sobrevivência dos partidos. Na eleição anterior, Luizão Goulart, mesmo com mais de 90 mil votos não se elegeu por não ter atingido o quociente eleitoral. No rol de nomes para deputado federal por Campo Largo e pelo MDB se encontra a vice prefeita Chris Chemin. A cota feminina precisa ser preenchida, homens não podem ocupar as vagas.
Perguntas da Semana:
I – Será que o vereador Gustavo Torres tem as bençãos do seu partido, o PP, para se lançar candidato a deputado estadual?
II – Qual será a definição dos vereadores de Campo Largo quanto ao apoio aos candidatos a deputado federal, na eleição de 2026?
III – Quais são os vereadores de Campo Largo que manifestam apoio ao vereador Alexandre Guimarães na corrida eleitoral para o retorno à Assembleia Legislativa?
IV – Qual será o ungido pelo governador Ratinho Jr. para concorrer ao Palácio Iguaçu?
V – Como fica a montagem das chapas de candidatos a deputado federal pelos partidos? Em Março acontece o vai vem pela melhor opção.
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