

A foto de hoje é uma recordação para cidade de Balsa Nova, ela pertence ao acervo da professora Maria Helena Franco, é da inauguração da primeira estrutura da Praça 25 de Janeiro, no Centro da cidade. Considerada como um meio de lazer, a praça tem como objetivo de propiciar as pessoas não apenas um local para o lazer, mas também para qualidade de vida, prevenção de doenças, e também como uma forma de sociabilização.
A definição de ‘praça’ varia de acordo com cada cultura. Seu modo de uso e tratamento pode definir o nível de civilidade de seus usuários, assim como essas unidades urbanísticas são administradas pelos seus governantes. Entre os gregos e os romanos da antiguidade, a praça – chamada de ágora ou fórum – era um espaço voltado à transmissão de conhecimento e cultura, de exposição de ideias e tomada de decisões. Portanto, esses ambientes eram, realmente, bem planejados, bem frequentados e bem cuidados.
Já na Idade Média, as praças eram utilizadas para fins mais macabros, como execuções e funerais. Mas, também, para casamentos, comércio e ritos religiosos. Os exemplares mais importantes desse período são resultado de configurações urbanas diferenciadas, como as cidades muradas e as fortificações. Eram núcleos vazios, com ausência de construções e nenhum trato estético.
Posteriormente, no período renascentista e barroco, as praças ganharam, novamente, outro sentido. Com a construção de palácios mais suntuosos e o surgimento de novos modelos de vida urbana, os jardins e as praças passaram a ter um tratamento mais elaborado. Seu embelezamento fazia relação com toda uma rede urbana bem estruturada, bem planejada. E sua função não era mais meramente funcional, mas também social – com espaços destinados às artes, à vegetação, ao relaxamento e contemplação.
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