

Na coluna de hoje vamos trazer um assunto bastante discutido, principalmente após o início da pandemia do Coronavírus (COVID-19). Antes poucas pessoas discutiam e eram a favor ou contra as vacinas, ou se importavam se o imunizante era de um ou de outro laboratório. O que sabemos com certeza, é que ao longo dos anos elas se mostraram eficientes e seguras no combate à diversas doenças no mundo.
A história da vacina iniciou-se no século XVIII, quando o médico inglês Edward Jenner utilizou a vacina para prevenir a contaminação por varíola, uma doença viral extremamente grave que causava febre alta, dores de cabeça e no corpo, lesões na pele e morte. A palavra deriva do latim vaccinus, que significa “derivado da vaca”, percebeu-se que muitas pessoas que ordenhavam vacas não contraíam a doença, pois já haviam adquirido a varíola bovina.
No Brasil começa no ano de 1804, quando a vacina contra a varíola chegou ao país, trazida pelo Marquês de Barbacena - Felisberto Caldeira Brant Pontes de Oliveira Horta. Quase 30 anos mais tarde, a imunização contra a varíola se tornou obrigatória, o que colaborou muito para a superação dessa doença tão perigosa.
É preciso discutir a vacina como questão de saúde e de consciência coletiva, não levar para a esfera política, onde defendo ou sou contra os imunizantes porque acredito em político X ou Y, é preciso acreditar e seguir a ciência. A foto de hoje é da minha carteirinha de vacinação, que teve início lá em 1987 e está totalmente em dia, inclusive com o reforço da COVID.
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