

Os eleitores campo-larguenses observam as movimentações dos dirigentes político partidários e principalmente, os nomes dos possíveis pré-candidatos a prefeito. Os blocos partidários de 2020 passam por reformulações e com as fusões e federações passam a pintar um outro cenário para a eleição de 2024. As composições ou melhor, as coligações majoritárias devem passar por um novo processo com determinações oriundas dos diretórios nacionais, até o momento das convenções municipais. Antes disso, as pessoas devem acompanhar o trabalho dos deputados federais, em Brasília, sobre a aplicação da legislação eleitoral e a distribuição de recursos e divisão do horário gratuito de rádio e televisão. As fatias partidárias devem ser decisivas no processo eleitoral municipal. Em Campo Largo, o Bloco 01, ligado aos partidos UB, PP, MDB e PL tem nomes expressivos para definir um candidato a prefeito, Maurício Rivabem (UB), Christiano Puppi (PP), Zé Arlindo (MDB) e João Marcos Cuba (PL). Neste bloco aconteceu a redução de uma sigla com a fusão do DEM com PSL e ainda, pode ocorrer outra redução com o PP fundindo com o UB. As nuvens mudam de formato a cada instante. O bloco 02 da eleição de 2020, com a coligação do PTC com o Cidadania, passa a ter outro caminho, o PTC virou AGIR e o Cidadania formou federação com o PSDB, na eleição de 2022. Assim, para 2024, o PSDB e o Cidadania devem caminhar juntos como se fossem um mesmo partido. O AGIR possui um candidato a prefeito em potencial, Jean Naiser, basta analisar quem será o seu vice, de nome e de partido. O Bloco 03, formado por PSDB/PODE/PSC/PSB/PV/REPUBLICANOS deve ter alterações significativas, o PSDB está em federação com o Cidadania. O Podemos incorporou o PSC. O PV participa da federação com o PT e o PCdoB. O PSB está coligado a nível nacional com o PT. Em Campo Largo, emergindo da eleição passada, Udo Schmidt, Edson Basso e Carlos Andrade devem somar forças eleitorais, para apostar em nova caminhada. O Bloco 04 que teve em 2020, onde o PROS teve chapa pura, passa a não
ter mais identidade partidária pela incorporação feita pelo Solidariedade e o Capitão Alves foi candidato a deputado pelo PSDB. O Bloco 05, com o Solidariedade despontando, tem na expressão política do vereador Sargento Leandro Chrestani a composição necessária para organizar uma coligação e concorrer ao executivo, mais uma vez. O Bloco 06, onde o PT lidera a federação com o PV e o PCdoB deve reunir em nova coligação os partidos da esquerda e de base do governo federal, onde existem pelo menos cinco pré-candidatos a prefeito. Não se pode esquecer que existe um bloco 07, com os partidos que não concorreram ao cargo de prefeito, em 2020, caso do PSD que possui a liderança do ex-prefeito Affonso Guimarães e com as pretensões do atual vereador e ex-deputado estadual Alexandre Guimarães, em concorrer a prefeito. Para concorrer às eleições de 2024 os dirigentes partidários municipais devem atender a posição dos diretórios nacionais. As nuvens mudam de formato a cada instante. A cada dia uma nova decisão partidária na esfera federal.
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