

A cada dia que passa, as questões sobre as eleições municipais de 2024 ficam mais evidentes. A definição das filiações partidárias dos pré-candidatos para prefeito é uma delas. Em Campo Largo as sondagens atingem todos os partidos, pois a princípio cada um deles deve apontar um concorrente a cadeira de prefeito. A nova legislação eleitoral indica esta possibilidade, pois as cadeiras da Câmara Federal são preenchidas, por estado, com base nos votos obtidos nos municípios. Dessa forma, os partidos e os próprios deputados federais devem determinar as futuras composições partidárias nos municípios. Muita coisa está acontecendo, em Brasília, onde as fusões, as federações e as incorporações decidem o que deve acontecer nas eleições internas de cada partido para a escolha dos dirigentes municipais, com vínculo direto com a esfera federal e também, estadual. Na maioria das vezes, o que se escreve nos municípios passa a ser letra morta, pelas decisões dos Diretórios Nacionais. Com a observação feita, muitos nomes podem surgir, em Campo Largo, para concorrer ao cargo de prefeito. Por outro lado, as coligações precisam das bençãos dos “papas” políticos de cada partido, para a escolha dos candidatos a vice-prefeito. No meio do caldeirão político, novos nomes surgem, pleiteando um espaço no conjunto ou mesmo, para ocupar o espaço deixado pelas ausências ocorridas, principalmente, nos últimos anos, com as mortes prematuras e com as decisões judiciais. No novo cenário político, estão sendo citados, Junior Andreassa (PSD), Dilço Cruzara (AVANTE), Avanir Mastey (PCdoB), João Marcos Cuba (PL), Pedrinho Barausse (UB), André Gabardo (PODE), Cléa Oliveira (PSB) e Sargento Leandro (SDD). Pela Emenda Constitucional nº 97/2017, os partidos políticos e os deputados federais precisam observar o acesso aos fundos eleitoral e partidário e ao horário gratuito de rádio e televisão com a Cláusula de desempenho. Em 2022, foi de 2% (dois por cento) dos votos válidos e 11 (onze) deputados federais eleitos; para as eleições de 2026, será de 2,5% (dois e meio por cento) de votos válidos e 13 (treze) deputados federais eleitos e em 2030, passa a ser de 3% (três por cento) dos votos válidos e 15 (quinze)deputados federais eleitos. O processo eleitoral nos municípios é visto de cima para baixo, pois no futuro os impactos de hoje garantem os resultados no futuro e não adianta, os dirigentes locais correrem contra a maré política. Quanto aos vereadores, já, é outro assunto e depende do número de vagas em Câmara Municipal.
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